Um país na contramão – Fronteiras

Um país na contramão – Fronteiras

Um país na contramão no patrulhamento de fronteiras

 

Como é nos países desenvolvidos:
Mantém rígido controle de suas fronteiras para impedir entrada de armas, drogas, contrabando ou qualquer ameaça à sua sociedade. Alguns países chegam a aplicar a pena de morte para traficantes. O consumo de drogas como crack e cocaína apresenta tendência de queda.

 

E como é no Brasil:
Com extensas fronteiras terrestres e marítimas patrulhadas pelo Exército Brasileiro - com eficiência limitada por falta de estrutura e contingente - o Brasil tornou-se rota mundial do tráfico de drogas e armas.
Para melhorar a eficiência do patrulhamento nas fronteiras e coibir o tráfico, o Exército Brasileiro desenvolveu e apresentou para a presidência da República - para quem responde hierarquicamente - o projeto Sisfron (Sistema Integrado de Patrulhamento de Fronteiras) que, com equipamentos modernos melhoraria a detecção e captura de pequenas aeronaves ou veículos terrestres, principais meios de entrada de armas e drogas no país. Mas, a presidência optou por comprar caças suecos - que não servem para patrulhar fronteiras - e negou a verba solicitada pelo Exército, mesmo que fosse muito menor.

 

O Brasil é, atualmente, o primeiro país do mundo em consumo de crack , o segundo em cocaína e o primeiro em número de assassinatos.
E esses números só crescem.
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