Um país na contramão – Mercado de Trabalho

Um país na contramão – Mercado de Trabalho

Um país na contramão no Mercado de trabalho

Como é nos países desenvolvidos:
Preparam sua sociedade para o fim do emprego formal, para um mercado de trabalho que continuará reduzindo postos de trabalho em atividades produtoras de bens e aumentando em serviços. Avaliam continuamente o resultado qualitativo de seus sistemas de ensino e promovem mudanças, remodelam currículos e introduzem novas disciplinas e metodologias de ensino. Na China, já há alguns anos, a disciplina Empreendedorismo foi introduzida no ensino fundamental, para alertar os pequenos alunos que, quando se formarem no ensino superior, não haverá vaga para todos no mercado de trabalho e que uma boa formação educacional será imprescindível para que possam empreender e criar seus próprios negócios. Ou seja, preparam seus alunos para o futuro mercado de trabalho que irão enfrentar ao terminarem seus estudos.

 

E como é no Brasil:
Desconhecendo as reais tendências do mercado de trabalho nacional e mundial e insistindo no modelo vigente no século passado, aposta suas fichas na criação de empregos em atividades extrativistas, industriais e produtoras de commodities agropecuárias e minerais que, por ganhos crescentes de produtividade, há décadas extingue postos de trabalho (nos EUA, o número total de postos de trabalhos nessas atividades está estável desde 1940) além de,  como já disse anteriormente, exigir enormes investimentos para gerar um posto de trabalho.
Imaginando o futuro como uma continuação do passado, pouco investe em Educação, que vê seu desempenho, em qualquer ranking mundial, sempre os últimos em todos os níveis - fundamental, médio e superior.

Quais as perspectivas para um jovem estudante brasileiro? Que futuro espera seus filhos? E seus netos?

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