Um país na contramão – Classe média

Um país na contramão – Classe média

Um país na contramão – Classe média, a força motriz de um país

 

Como é nos países desenvolvidos:
Tendo como foco a qualidade de vida da sociedade e o vigor da economia, avaliam continuamente a qualidade de vida e o poder aquisitivo da população. E acompanham, principalmente, a Classe média - aquela que trabalha mais intensamente, sempre fugindo da pobreza ou em busca de um vida melhor. Nos EUA,  são consideradas de classe média apenas famílias com renda mínima anual superior a US$22.100 (ou R$70.700). Este valor estabelece a linha da pobreza. Famílias com renda anual abaixo desse valor recebem - além de educação, saúde, segurança, transporte, infraestrutura e moradia - assistência financeira do estado.

 

E como é no Brasil:
Sem entender o papel da classe média e preocupado apenas com a quantidade não a qualidade, o governo, para forjar uma redução das classes pobres que estariam ingressando na classe média, rebaixou a linha de pobreza. Agora é considerado pertencente à classe média todo cidadão que receber entre R$291 e R$1.019 por mês. Portanto, um cidadão com renda mínima anual de US$1.091 (R$3.492) já pertence à classe média. Esta é, portanto, a nova linha da pobreza.
Sem oferecer educação, saúde, segurança, transporte, infraestrutura ou moradia de qualidade, esta foi a única saída encontrada pelo governo para "diminuir o número de pobres" no Brasil. 

É possível enganar poucos por muito tempo e muitos por pouco tempo.
Quem, o governo, quer enganar com essas trapaças?

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