Um país na contramão do mundo – Assistencialismo

Um país na contramão do mundo – Assistencialismo

Um país na contramão em programas assistencialistas

Como é nos países desenvolvidos:

Fazem uso de programas assistencialistas para atenuar tensões sociais e permitir a reinclusão social. Rigorosamente controlados, já que devem prestar contas para a sociedade que os financia, a eficácia desses programas é medida pela redução do número de pessoas assistidas. É bem sucedido o programa que consiga aumentar a capacitação profissional dos assistidos permitindo seu ingresso no mercado de trabalho para, com rendimentos dignos, sustentar a si e sua família e prescindir do auxílio do estado.

 

E como é no Brasil:
Faz-se uso intensivo, com pouco ou nenhum controle, de vários programas assistencialistas. A eficácia desses programas é avaliada pelo número de pessoas assistidas.
A concordância com este modo de avaliar  o desempenho de programas assistencialistas implica em aceitar que quando todos os brasileiros estiverem recebendo bolsa-família, o programa terá alcançado o sucesso máximo e deverá ser perpetuado.

Non sense? Ou massa de manobra?!

Não tem tempo para ler? Assista aqui.

 

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