Um país na contramão – Imigração construtiva

Um país na contramão – Imigração construtiva

Um país na contramão: Imigração

 

Como é nos países desenvolvidos:
Autorizam a imigração de estrangeiros com perfil adequado para o preenchimento de eventuais lacunas existentes no mercado de trabalho ou outras demandas do país. O processo de triagem é rigoroso. Em países como Canadá, Austrália e Nova Zelândia (que juntos têm 8 entre a 10 melhores para se viver no mundo), após receber o imigrante, os governos procuram aumentar sua expectativa quanto à qualidade de vida para que, elevado o padrão, busque melhorar ainda mais a sua nova pátria.

 

E como é no Brasil:
É permitida a entrada, sem nenhum critério de seleção definido, de imigrantes oriundos de países de baixo nível cultural, ou em situação socioeconômica precária, ou complacentes com terroristas, com histórico de violência recente ou com epidemia. Tampouco oferecem suporte para melhorar a capacitação ou apoio psicológico ao imigrante deixando fazendo com que muitos fiquem vagando pelas ruas de nossas cidades em busca de alguma oportunidade para ganhar algum dinheiro. Sabendo que, como dizia Benjamin Franklin, "Onde há fome não há lei ..." , esta irresponsabilidade do governo expõe toda a população brasileira a riscos desnecessários, sem benefício algum, já que a imigração, como está sendo feita atualmente, pouco ou nada ajuda a resgatar a dignidade desses imigrantes, apenas aumentando quantitativamente e piorando qualitativamente a base da pirâmide social brasileira em termos de renda, educação e cultura.

Se programas assistencialistas como o Bolsa-Família continuam em expansão, atendendo atualmente mais de 56 milhões de brasileiros que não conseguem viver sem auxílio governamental, por que ainda autorizam, anualmente, a imigração de milhares de haitianos, angolanos, moçambicanos, senegaleses ou de outros países em situação de ?!

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2 Comments

  1. Importamos os “coitados”e estamos exportando os nossos melhores jovens, os mais bem formados, que não encontram no Brasil condições para desenvolver o seu talento com dignidade (brain drain)!

    • Numa classe com 44 alunos, pedi para que levantasse o braço quem NÃO conhecia alguém da família ou próximo que tivesse deixado o Brasil para morar em outro país: APENAS UMA pessoa não levantou o braço.
      Estamos trocando pessoas capacitadas por coitados totalmente despreparados.

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