Um país na contramão – Sindicalismo

Um país na contramão – Sindicalismo

Um país na contramão pelo sindicalismo ultrapassado

 

Como é nos países desenvolvidos:
Estão extinguindo gradativamente a obrigatoriedade da sindicalização do trabalhador e reduzindo a quantidade de sindicatos. Foi assim que países como os EUA, Canadá, México, Austrália e Nova Zelândia, conseguiram reduzir o desemprego, aumentar os salários e exigir melhores serviços dos sindicatos.

Para não gerar inflação, aumento salarial está vinculado a ganho de produtividade. Consideram o acúmulo de funções uma oportunidade para aumentar da capacitação do trabalhador, gerar ganhos de produtividade e permitir o aumento do salário.
Incentivam o work-at-home (trabalho em casa), pois reduz custos, como com deslocamento e alimentação e aumenta a flexibilidade de horário e qualidade de vida do trabalhador.
Com encargos trabalhistas reduzidos - e sem pagamento de férias, décimo-terceiro salário e nem fundo de garantia -  podem pagar salários consideravelmente maiores, deixando para o trabalhador a gestão financeira de sua vida.

Todo sindicato é obrigado a prestar contas, anualmente, da destinação de suas receitas.

 

E como é no Brasil:
Governado, desde 2003, basicamente, por sindicalistas, não percebeu que a Revolução Industrial já acabou e aumentou encargos trabalhistas, expandiu o número de sindicatos e manteve a obrigatoriedade de sindicalização.
A empresas, principalmente as produtoras de bens, projetam suas novas unidades com foco na redução da mão-de-obra eliminando postos de trabalho.
Sindicatos colocam inúmeras barreiras para autorizar a terceirização e o trabalho em casa, interpretam acúmulo de função como exploração capitalista e exigem aumentos salariais acima da inflação.
Com os maiores encargos trabalhistas do mundo, as empresas brasileiras pagam salários consideravelmente menores, ficando boa parte com o governo, que faz a gestão financeira do trabalhador.

Sindicatos, por decisão do então presidente Lula, não precisam prestar contas da destinação de suas receitas - oriundas do recolhimento compulsório de parte do salário do trabalhador.

Sindicalismo só com direitos, sem deveres... nem transparência?!

Não quer ler? Assista aqui.

 

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