Uma país na contramão – Intercâmbios

Uma país na contramão – Intercâmbios

Na contramão em Intercâmbio estudantil

 

Como é nos países desenvolvidos:
Para complementar a educação de alto nível, incentivar o desempenho pessoal e a busca por melhores referências, estudantes são orientados a fazer intercâmbios em países com alto padrão em qualidade de vida. Por exemplo, estudantes chineses só são autorizados a fazer intercâmbios com Canadá, Austrália e Nova Zelândia, países onde estão oito entre as dez melhores cidades para se viver no mundo.
A meta do intercambista destes países é adquirir conhecimento e experiência para, ao voltar, poder contribuir para a melhoria de seu país.

 

E como é no Brasil:
Pelo baixo nível educacional, estudantes são direcionados para intercâmbios, preferivelmente, em países de língua latina. Tentam evitar novos vexames, como o ocorrido no programa Ciências sem Fronteiras que devolveu 110 intercambistas brasileiros do Canadá e Austrália por não terem a proficiência necessária na língua inglesa.
Ainda assim, a meta da maioria dos intercambistas brasileiros é estabelecer-se em outro país para não mais voltar para o Brasil.

Por mostrar quão distante o Brasil está em muitas coisas, o intercâmbio pode ser uma faca-de-dois-gumes, um incentivo ao êxodo de talentos.

Está gostando? Então até segunda-feira próxima!
Não está gostando? Diga porque e dê sugestões nos Comentários!

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3 Comments

  1. O nome do nosso programa deveria mudar para “Cerveja em Fronteira” , já que a grande maioria dos que participam destes intercâmbios só se interessa por isso.

    • Muito bom o artigo da Tania. Merece ser lido por todos os que pensam em morar fora do país.

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